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Wagner Olino (1989, São Paulo, Brasil)

O trabalho de Wagner Olino atravessa desenho, pintura, objeto e instalação para pensar o estatuto da imagem em meio à cultura de massa e ao hiperfluxo de comunicação. 

 

Seu repertório parte do universo pop — quadrinhos, videogames, filmes, programas de TV, embalagens de produtos, etc. — e se transforma em criações ácidas e estranhas, em que hibridismos, monstros e figuras indizíveis se aglutinam em novas possibilidades formais. 

 

Nessas experimentações, cores vibrantes e múltiplas texturas compõem um jogo de sentidos e de sensações que joga luz sobre questões cotidianas, como a ansiedade e a infantilização produzida pelo consumo voraz e pela massificação do pensamento, operando no limiar entre fascínio e desconforto.

 

Bacharel em artes plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado em 2010, Wagner já mostrou suas obras  em museus, galerias e espaços independentes. Teve protagonismo considerável em coletivas como “A Máquina Lírica”, curada por Pollyana Quintella em 2021, na Galeria Luisa Strina, e MEME: NO BR@SIL DA MEMEFICAÇÃO, em itinerância entre 2025 e 2027 no CCBB (São Paulo, Brasília e Belo Horizonte e Rio de Janeiro).

☻ por END-PERMIAN

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